O girassol é flor raçuda,
que enfrenta até a mais violenta intempérie
e acaba sobrevivendo.
Ela quer luz e espaço e em busca desses
objetivos, seu corpo se contorse o dia inteiro.
O girassol aprendeu a viver com o sol
e por isso é forte.
Já o miosótis é plantinha linda,
mas que exige muito mais cuidado.
Gosta mais de estufa.
O girassol se vira... e como se vira!
O miosótis quando se vira, vira errado.
Precisa de atenção redobrada.
Há filhos girassóis e filhos miosótis.
Os primeiros resistem a qualquer crise:
descobrem um jeito de viver bem, sem ajuda.
As mães chegam a reclamar da independência
desses meninos e meninas, tal a sua capacidade
de enfrentar problemas e sair-se bem.
Por outro lado, há filhos e filhas miosótis,
que sempre precisam de atenção.
Todo cuidado é pouco diante deles.
Reagem desmesuradamente, melindram-se,
são mais egoístas que os demais, ou às vezes,
mais generosos e ao mesmo tempo tímidos,
caladões, encurralados.
Eles estão sempre precisando de cuidados.
O papel dos Pais é o mesmo do jardineiro
que sabe das necessidades de cada flor,
incentiva ou poda na hora certa.
De qualquer modo fique atento.
Não abandone demais os seus girassóis
porque eles também precisam de carinho...
e não proteja demais os seus miosótis.
As rédeas permanecem com vocês...
mas também a tesoura e o regador.
Não negue, mas não dêem tudo que querem:
a falta e o excesso de cuidados matam a planta...
Vamos conversar...
Tudo nesta vida tem conserto muitas vezes só precisamos desabafar, ter alguém que nos ouça ou até mesmo mostre uma luz para clarear nossas decisões.
Resolvi criar este espaço porque sei que muitas pessoas utilizam a internet para fazer amizades e poderem conversar.
Estou aqui para ajudá-los, espero que possamos trocar experiências e juntos melhorar nossos pensamentos e atitudes diante da vida e do próximo.
Espero que gostem de interagir neste espaço criado com carinho para nós!
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Feijões e Problemas...
A LENDA DOS FEIJÕES E OS PROBLEMAS
Ao receber esta lenda da minha amiga Judith,não pensei duas vezes e logo pensei em postar aqui afim de compartilhar com minhas fieis seguidoras, diz o seguinte:
“Reza a lenda que um monge, próximo de se aposentar, precisava encontrar um sucessor.
Entre seus discípulos, dois já tinham dado mostras de que eram os mais aptos, apenas um poderia sucedê-lo.
Para sanar as dúvidas, o mestre lançou um desafio para colocar a sabedoria dos dois à prova.
Ambos receberam alguns grãos de feijão que deveriam colocar dentro dos sapatos, para então empreenderem a subida de uma grande montanha.
Dia e hora marcados, começa a prova.
Nos primeiros quilômetros, um dos discípulos começou a mancar.
No meio da subida, parou e tirou os sapatos. As bolhas em seus pés já sangravam, causando intensa dor.
Ficou para trás, observando seu oponente sumir de vista.
Prova encerrada, todos voltam ao pé da montanha para ouvirem do monge o óbvio anúncio.
Após o festejo, o derrotado aproxima-se e pergunta ao seu oponente como é que ele havia conseguido subir e descer com os feijões nos sapatos:
Antes de colocá-los no sapato, eu os cozinhei foi a resposta.
Carregando feijões ou problemas, há sempre um jeito mais fácil de levar a vida.
Problemas são inevitáveis. Já a duração do sofrimento é você quem determina...
Aprenda a cozinhar os seus feijões!!!
“Reza a lenda que um monge, próximo de se aposentar, precisava encontrar um sucessor.
Entre seus discípulos, dois já tinham dado mostras de que eram os mais aptos, apenas um poderia sucedê-lo.
Para sanar as dúvidas, o mestre lançou um desafio para colocar a sabedoria dos dois à prova.
Ambos receberam alguns grãos de feijão que deveriam colocar dentro dos sapatos, para então empreenderem a subida de uma grande montanha.
Dia e hora marcados, começa a prova.
Nos primeiros quilômetros, um dos discípulos começou a mancar.
No meio da subida, parou e tirou os sapatos. As bolhas em seus pés já sangravam, causando intensa dor.
Ficou para trás, observando seu oponente sumir de vista.
Prova encerrada, todos voltam ao pé da montanha para ouvirem do monge o óbvio anúncio.
Após o festejo, o derrotado aproxima-se e pergunta ao seu oponente como é que ele havia conseguido subir e descer com os feijões nos sapatos:
Antes de colocá-los no sapato, eu os cozinhei foi a resposta.
Carregando feijões ou problemas, há sempre um jeito mais fácil de levar a vida.
Problemas são inevitáveis. Já a duração do sofrimento é você quem determina...
Aprenda a cozinhar os seus feijões!!!
Livro da minha infância...
RIQUE ROQUE Adaptação de Maria R. do Amaral |
| RIQUE ROQUE era um ratinho muito guloso e sonhador. Tinha a cauda fina e comprida, como um chicotinho. Uns olhos vivos e um focinho mais buliçoso que já se viu. Morava em um grande quintal. Sua toca ficava bem perto do muro. Mas ele pouco parava lá dentro. Vivia a roer aqui e acolá, com seus dentinhos de serra. E gostava muito de passear. Tinha muitos amigos ali no quintal. Quem conhecia Rique Roque gostava dele na certa. Os outros bichinhos achavam graça na sua figura esperta. Miúdo e apressado, vivia distraído com suas idéias e suas artes. Que ratinho engraçado e travesso! Vivia sempre a procura de aventuras. Sua vontade era descobrir coisas, lugares novos ou petiscos cheirosas e gostosos. |
| Safava-se das ratoeiras que os homens colocavam para pega-lo. Por pouco não era apanhado pelas garras afiadas de Negrito o gato da casa. Mas levava a vida a sonhar. Como era muito guloso, procurava ir buscar toucinho e queijo na dispensa. Certa noite, estava ele na porta de sua toca e em vez de olhar o chão em busca de migalhas, olhou para o céu e viu a lua. Nunca dera com ela tão redonda e branca, brilhando entre as estrelas. Ficou admirado. Chamou o seu amigo jabuti e falou: |
| _Olhe, Jabuti, olhe só aquilo no céu, que será? _É a lua Ríque Roque! Respondeu o Jabuti. _Lua? Qual, amigo; aquilo é um queijo. O Jabuti não pode evitar uma risada de caçoada. |
Procurou convencer o ratinho que a lua não era queijo. Mas o guloso do Rique Roque nem se importou com o que dizia o amigo, e saiu contando a todos os bichos, que vira um queijo no Céu. E o pior é que ficou louco para ir comer o tal queijo. " A dificuldade, pensava o guloso- é subir até esse queijo tão alto. Como farei?" Enquanto pensava, Rique Roque, Passeava de um lado para outro no quintal. Enquanto, isso estava inquieto e com o rabinho a tremer. Mãos cruzadas as costas e focinho para o ar, estudava um meio de ir a lua. Pedir asas emprestadas ao amigo Bem-te-vi, seria tolice; não sabia mesmo voar. Depois rato com asas até pareceria morcego! E isso é que ele não queria. |
| Construir um balão seria impossível! Ir nas costas de um tico-tico, era coisa arriscada; podia perder o equilíbrio e... adeus Rique Roque!... Afinal teve uma idéia! Foi até ao canto do muro e chamou dona aranha. Era uma velha amiga, muito paciente e bondosa. E pediu: "A senhora pode me fazer um favor? Preciso subir no Céu para comer aquele queijo. Quer me construir uma escada com os fios com que faz as suas teias?" A aranha vendo que o ratinho apontava a lua, deu risada. Procurou convencei-lo de seu engano: _Aquilo é lua, meu amigo... |
Mas Rique Roque era teimoso. Vendo que ele não mudava de idéia, dona aranha prometeu fazer uma escada. Foi buscar o seu novelo e levou toda a noite ocupada. E teceu para Rique Roque, uma escada longa e bastante resistente. Na noite seguinte, lá estava a lua no alto, brilhante e redonda. O ratinho já tinha a escada, mas onde prende-la para subir ao céu? Procurou seu amigo lanternimha que era um alegre vaga-lume, e perguntou: Vaga-lume, quer prender a ponta desta escada no Céu, para eu subir? O vaga-lume achou graça, mas resolveu não magoar o amiguinho. Pegou a ponta da escada e prendeu la no alto do telhado. Rique Roque amarrou uma merenda num lencinho e pendurou-o no ombro pois julgava que a viajem fosse muito longa. Despediu-se da bicharada do quintal, e todos acharam aquela viagem uma loucura. Mas quem iria convencer o ratinho mais sonhador deste mundo? Voltou por duas vezes, pois ficou muito cansado. Mas não desistiu. |
| Queria mesmo aquele queijo. Subiu novamente e os amiguinhos em baixo diziam: sobe Rique Roque, sobe que falta pouco. Ele já punha a linguinha de fora de tão cansado. Suas patinha tremiam. Desceu novamente. Pobre Rique Roque, disseram os seus amigos, temos que ajuda-lo. Vamos arranjar um queijo e pendurar no telhado; Assim ele come o queijo e pensa que comeu a lua. Todos aplaudiram. É mesmo uma idéia ótima. Conseguiram o dinheiro com dona baratinha, e compraram um queijo grande, redondo e muito branco. O mico pula trepa subiu no telhado e amarrou o queijo bem na ponta do telhado, com a corda de teia que dona aranha havia feito. Tudo isso escondido de Rique Roque. No outro dia foram ver a nova subida do ratinho. Ele não desanimara, Veio bem disposto. E lá se foi escada a cima... |
| Já ia ficando cansado, mas olhando para cima viu o queijo tão pertinho que se animou todo. Podia até sentir o cheiro bom que dele vinha... _Upa, mais um pouco, dizia para si mesmo. |
| E patinha aqui, patinha ali, lá subia nosso herói. _Upa!.. Afinal! ali estava o petisco desejado, cheiroso e fresquinho. E pensava. Todos diziam que era lua! Eu sabia que era um queijo. Mas lá no Céu a Lua ria, escondida entre as nuvens, daquele ratinho sonhador. Ele soltando as amarras, deixou que caísse o belo queijo, e desceu rapidamente a escada, e logo chegou para come-lo. E enchia a barriguinha, muito contente. |
| No dia seguinte, todos queriam ver o ratinho tão feliz. Este ainda guardou uns pedaços do queijo para os amigos. Mas o mico pula trepa estava preocupado. E quando o Rique Roque ver de novo a Lua no Céu?....Será que não vai desconfiar de nossa brincadeira? _É mesmo, comentou o Jabuti. _E todos ficaram pensativos. _Mas nada aconteceu. Por diversas noites a lua ficou encoberta com nuvens, e choveu muito. E na outra semana a lua já não estava mais redonda. Era tempo de minguante e ela só apareceu fininha e curva. E Rique Roque que andava olhando o céu, ao vê-la assim, comentou com o Jabuti: _Comi todo o queijo do Céu... Só deixei a casca. _Esse Rique Roque... UM VERSO Foge ratinho, da ratoeiraQue ali no escuro te quer prender Toma cuidado, se o queijo cheira Há! Foge depressa, foge a correr |
Recordar é viver
FELIZ DIA DA INFÂNCIA
Dia da infância bate uma saudade imensa, de um tempo que só tenho a recordar.
Tempo de travessuras, alegrias, brincadeiras e pureza tudo reinando no ar.
Cabecinhas só maquinando como o tempo aproveitar...e o dia passava rápido e a gente só queria brincar.
Subia em árvores, tinha balanço no quintal...
Brincava com bonecas,criava móveis de caixa de fósforo...
Dando asas a imaginação para de casinha brincar.
Minha imaginação voava longe...
Criava bichinhos com legumes montando meu zoológico natural.
Quando morria um pássaro fazíamos o enterro e as crianças se punham a chorar.
Parece sinistro mais a gente punha a emoção fazendo a arte a vida imitar...
Brincava com bolinhas de gude até pipas elevava no ar
Isso tudo correndo pulando e rindo sem parar.
Brincava de passa anel, de roda, pega pega e corre cotia...
Carinho de rolimã, bicicleta, esconde esconde...
Não sabia o que mais inventar...
Era gritaria na rua no quintal e muitas risadas
A alegria era total.
Não gostava quando era chamada queria sempre continuar...
Obedecia porque sabia que no outro dia tudo ia recomeçar.
Tinha compromisso com a leitura e as tarefas escolar
Pois sabia que para brincar o compromisso primeiro era estudar.
Hoje sinto saudades pois vejo as crianças, sua infância passar...
Na frente de uma TV, vídeo game, computador e nada de se esbaldar.
Repeti esta liberdade com minhas filhas...
Com orgulho meu neto hoje
Curte o que é ter imaginação...
Mesmo na era da avançada tecnologia
Ele sempre fala...
Vovó vamos inventar?
Reflexão...
Para ler antes de falar da vida alheia Quando critica uma situação ou alguém, você pode estar se candidatando a viver a mesma experiência que criticou
Há quem se aproxime de você, olhos brilhantes de prazer, para em seguida anunciar: "Já soube o que aconteceu com fulano?" Em seguida, detalham o acidente, a tragédia, a traição, o erro... É, a tentação e o prazer de uma fofoca fascinam... E, diante deles, certas pessoas nem querem saber se o que vão passar adiante é verdade ou não. Importam-se, apenas, em usufruir de algo que lhes é prazeroso, satisfazendo o próprio ego, provando serem bem-informadas.Para tentar justificar essa atitude leviana, alegam a inocente intenção de "alertar", "esclarecer" e "prevenir". Mal sabem que cultivar a maldade é tamanho pecado quanto espalhá-la ou dar ouvido a quem a pratica. A crítica é entrar no mal e atrair o mal para si. A vida responde sempre de acordo com o que você faz. Cuidado, pois quando critica uma situação ou alguém, você demonstra que não está entendendo os fatos de maneira adequada e se candidata a viver a mesma experiência que criticou.É dessa forma que a vida ensina cada um a enxergar as coisas como são. Ainda assim, há quem insista na ilusão, acreditando que a verdade seja ruim. Dessa forma, prefere dar asas à imaginação, valorizando as crenças da maioria - sem testar se, de fato, elas funcionam ou são verdadeiras.Tal forma de pensar inverte os valores reais e cria uma cultura de fachada que limita o progresso. O indivíduo acaba preso num círculo vicioso, entre dois extremos: um de depressão e o outro de euforia. Ambos os extremos são frutos da ilusão, ou seja, nunca expressam a realidade.Quando você está em depressão, não vê suas qualidades, não valoriza as possibilidades que a vida lhe oferece... Sequer nota que o corpo é uma máquina perfeita que lhe foi oferecida para poder viver neste mundo e progredir! Consegue enxergar apenas o que falta. Parece que se encontra em um beco sem saída!Quando sai da depressão, vai para o lado oposto. Entra na euforia. Como está fora da realidade, não conhece seu mundo interior e não sabe até onde pode ir com segurança. Acaba exagerando e se envolvendo com coisas muito além das suas possibilidades.Claro que nunca estará bem em nenhuma das situações. Será sempre candidata à desilusão, pois a vida insistirá em levá-la para a realidade. O pior é que poderá permanecer nesse processo durante muito tempo, até em várias encarnações. Talvez seja até necessário a vida pôr em seu caminho uma tragédia, uma dor, um fato que a faça acordar e desejar mudar para seguir adiante.Só pela análise de suas crenças - pesquisando a verdade, saindo dos chavões culturais, das enganosas artimanhas do pensamento - e mergulhando em seus sentimentos que você poderá começar a encontrar os elementos que a libertarão, sem que seja necessário passar por desafios mais radicais. A abertura da consciência e a percepção de seu mundo interior a farão ficar centrada, mais equilibrada e dentro da realidade. Evitará seu julgamento do comportamento alheio e as duras críticas, implacáveis ao próprio desempenho, como fazia antes.Quando você se critica, está se agredindo, jogando todo seu poder contra si mesmo. Ficar com raiva de você é muito pior do que se alguém a agredisse fisicamente. Aconteça o que acontecer, jamais fique contra você. Errar é natural e todos nós erramos, porque não sabemos todas as coisas. Logo, não se condene. Seja paciente com seus erros, procure aprender com eles.Não espero que acredite no que estou afirmando, mas medite sobre este assunto. Teste, experimente. Você pode! Há a possibilidade de romper com o círculo vicioso em que se encontra, sem ter de passar por uma situação de risco. Se não o fizer, a vida vai empurrá-la e é melhor ir pela inteligência do que pela dor.
(Zíbia Gasparetto)
Reverência ao Destino
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.
Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer ou ter coragem pra fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.
Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus", principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.
Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar, e aprender a dar valor somente a quem te ama.
Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência, acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.
Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las.
Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.
Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta ou querer entender a resposta.
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.
Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma, sinceramente, por inteiro.
Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.
Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém, saber que se é realmente amado.
Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.
Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Trem da Vida...
comparava a vida à uma viagem de trem.
Quando nascemos entramos nesse trem
e nos deparamos com algumas pessoas que julgamos,
estarão sempre nessa viagem conosco; nossos pais.
Infelizmente, isso não é verdade.
Em alguma estação eles descerão e nos deixarão
órfãos de seu carinho, amizade e companhia insubstituível...
Mas isso não impede que, durante a viagem, pessoas interessantes
e que virão a ser super especiais para nós, embarquem.
Chegam nossos irmãos, amigos e amores maravilhosos!
Muitas pessoas tomam esse trem, apenas a passeio.Outros encontram nessa viagem, somente tristezas.
Ainda outros circularão pelo trem,
prontos para ajudar a quem precisa.
outros tantos passam por ele de uma forma que,
quando desocupam seu acento, ninguém nem sequer percebe.
Curioso é constatar que alguns passageiros, que nos são tão caros,
acomodam-se em vagões diferentes dos nossos.
Portanto, somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles,
o que não impede, é claro, que durante o trajeto, atravessemos
com grande dificuldade nosso vagão e cheguemos até eles...
Só que, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado,
pois já terá alguém ocupando esse lugar.
Não importa, é assim a viagem: cheia de atropelos,
sonhos, fantasias, esperas, despedidas...
tentando nos relacionar bem com todos os passageiros,
procurando em cada um deles o que tiverem de melhor.
Lembrando sempre que, em algum momento do trajeto,
eles poderão fraquejar e provavelmente
precisaremos entender isso, porque nós também
fraquejaremos muitas vezes e, com certeza,
haverá alguém que nos entenderá.
O grande mistério afinal é que jamais
saberemos em qual parada desceremos, muito menos nossos companheiros,nem aquele que está sentado ao nosso lado.
sentirei saudades... Acredito que sim:
Separar-me de alguns amigos que fiz nessa viagem;
Deixar meus filhos continuarem a viagem sozinhos.
Mas me agarro na esperança de que, em algum momento,
estarei na estação principal e terei a grande emoção de vê-los chegar
com uma bagagem que não tinham quando embarcaram...
E o que vai deixar-me feliz será pensar
que eu colaborei para isso.
Autora: Silvana Duboc
Para refletir...
O Velho Pai nem sempre foi Velho
O cenário é comum, a cena é singela. Num banco de jardim da casa estão sentados um homem idoso e um jovem.
O jovem lê o jornal, com atenção. O idoso parece imerso em algo indefinível.
Então, um pequeno pássaro pousa no arbusto próximo e canta. O homem parece despertar e indaga:
O que é aquilo? - apontando com o dedo na direção da pequena ave.
O rapaz alça os olhos e diz, secamente: É um pardal.
A avezita saltita de um galho a outro e a pergunta se repete: O que é aquilo?
A resposta agora não é somente seca, mas também denota enfado: Já disse, é um pardal!
O pássaro voa do arbusto para a árvore, continuando na sua dança matinal.
O que é aquilo? - soa de novo.
Agora, o rapaz se irrita e quase grita: É um pardal!
A ave, feliz, prossegue no seu bailar. Alça voo e parece desaparecer. Poucos segundos passados e retorna ao chão, bicando aqui, saltitando acolá.
O homem leva a mão aos olhos, como se desejasse ajustar a visão embaçada e, com natural curiosidade, pergunta:
O que é aquilo?
O filho responde, em altos brados: É um pardal! Já disse: um pardal.
E soletra, aos gritos: P - a - r - d - a - l. Você não entende?
O homem se ergue, sobe os degraus, adentra a casa, lento e decidido. Pouco depois, retorna com um velho caderno nas mãos.
A capa é bonita, denotando que foi guardado com cuidado, como se guardam preciosidades.
Abre-o, procura algo, depois o entrega ao rapaz, ainda inquieto e raivoso.
Leia! - ele pede. E acrescenta: Em voz alta!
Há surpresa no moço, que lê pausada e cada vez com maior emoção: Hoje, meu filho caçula, que há uns dias completou 3 anos, estava sentado comigo, no parque, quando um pardal pousou na nossa frente.
Meu filho me perguntou 21 vezes o que era aquilo e eu respondi em todas as 21 vezes que era um pardal.
Eu o abracei todas as vezes que ele repetiu a pergunta, vez após vez, sem ficar bravo, sentindo afeição pelo meu inocente garotinho.
Então, o filho olha o pai. Há culpa e dor em sua alma.
Abraça-o, lacrimoso, beija-lhe a face, emoldurada pela barba por fazer.
Estreita-o, puxando-o para perto de si. E assim ficam: um coração ouvindo outro coração.
Cenas como essa acontecem todos os dias, em milhares de lares, em todo o mundo.
Nossos anciãos, de braços dados com Alzheimer, demência senil ou problemáticas outras, indagam, perguntam, questionam.
A memória recente lhes falha. Mergulhados em retalhos de lembranças do passado, não entendem porque recebem gritos como resposta.
Pensemos nisso! E se as lágrimas nos umedecerem os olhos, não tenhamos vergonha de abraçar com amor nosso velho pai, nossa mãe, vovó, vovô, madrinha, tia... Agora.
(Desconheço a Autoria)
O jovem lê o jornal, com atenção. O idoso parece imerso em algo indefinível.
Então, um pequeno pássaro pousa no arbusto próximo e canta. O homem parece despertar e indaga:
O que é aquilo? - apontando com o dedo na direção da pequena ave.
O rapaz alça os olhos e diz, secamente: É um pardal.
A avezita saltita de um galho a outro e a pergunta se repete: O que é aquilo?
A resposta agora não é somente seca, mas também denota enfado: Já disse, é um pardal!
O pássaro voa do arbusto para a árvore, continuando na sua dança matinal.
O que é aquilo? - soa de novo.
Agora, o rapaz se irrita e quase grita: É um pardal!
A ave, feliz, prossegue no seu bailar. Alça voo e parece desaparecer. Poucos segundos passados e retorna ao chão, bicando aqui, saltitando acolá.
O homem leva a mão aos olhos, como se desejasse ajustar a visão embaçada e, com natural curiosidade, pergunta:
O que é aquilo?
E soletra, aos gritos: P - a - r - d - a - l. Você não entende?
O homem se ergue, sobe os degraus, adentra a casa, lento e decidido. Pouco depois, retorna com um velho caderno nas mãos.
Abre-o, procura algo, depois o entrega ao rapaz, ainda inquieto e raivoso.
Leia! - ele pede. E acrescenta: Em voz alta!
Meu filho me perguntou 21 vezes o que era aquilo e eu respondi em todas as 21 vezes que era um pardal.
Eu o abracei todas as vezes que ele repetiu a pergunta, vez após vez, sem ficar bravo, sentindo afeição pelo meu inocente garotinho.
Então, o filho olha o pai. Há culpa e dor em sua alma.
Abraça-o, lacrimoso, beija-lhe a face, emoldurada pela barba por fazer.
Estreita-o, puxando-o para perto de si. E assim ficam: um coração ouvindo outro coração.
Nossos anciãos, de braços dados com Alzheimer, demência senil ou problemáticas outras, indagam, perguntam, questionam.
A memória recente lhes falha. Mergulhados em retalhos de lembranças do passado, não entendem porque recebem gritos como resposta.
Pensemos nisso! E se as lágrimas nos umedecerem os olhos, não tenhamos vergonha de abraçar com amor nosso velho pai, nossa mãe, vovó, vovô, madrinha, tia... Agora.
(Desconheço a Autoria)
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Atitude ;e tudo!!!
DEFINIÇÃO DE SAUDADE
Artigo do Dr. Rogério Brandão, Médico oncologista
Como médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação
profissional (...) posso afirmar que cresci e modifiquei-me com os
dramas vivenciados pelos meus pacientes. Não conhecemos nossa
verdadeira dimensão até que, pegos pela adversidade, descobrimos que
somos capazes de ir muito mais além.
Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei
meus primeiros passos como profissional... Comecei a freqüentar a
enfermaria infantil e apaixonei-me pela oncopediatria. Vivenciei os
dramas dos meus pacientes, crianças vítimas inocentes do câncer. Com o
nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o
sofrimento das crianças.
Até o dia em que um anjo passou por mim! Meu anjo veio na forma de uma
criança já com 11 anos, calejada por dois longos anos de tratamentos
diversos, manipulações, injeções e todos os desconfortos trazidos
pelos programas de químicos e radioterapias. Mas nunca vi o pequeno
anjo fraquejar. Vi-a chorar muitas vezes; também vi medo em seus
olhinhos; porém, isso é humano!
Um dia, cheguei ao hospital cedinho e encontrei meu anjo sozinho no
quarto. Perguntei pela mãe. A resposta que recebi, ainda hoje, não
consigo contar sem vivenciar profunda emoção.
— Tio, — disse-me ela — às vezes minha mãe sai do quarto para chorar
escondido nos corredores... Quando eu morrer, acho que ela vai ficar
com muita saudade. Mas, eu não tenho medo de morrer, tio. Eu não nasci
para esta vida!
Indaguei:
— E o que morte representa para você, minha querida?
— Olha tio, quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama
do nosso pai e, no outro dia, acordamos em nossa própria cama, não é?
(Lembrei das minhas filhas, na época crianças de 6 e 2 anos, com elas,
eu procedia exatamente assim.)
— É isso mesmo.
— Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa
Dele, na minha vida verdadeira!
Fiquei "entupigaitado", não sabia o que dizer. Chocado com a
maturidade com que o sofrimento acelerou, a visão e a espiritualidade
daquela criança.
— E minha mãe vai ficar com saudades — emendou ela.
Emocionado, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei:
— E o que saudade significa para você, minha querida?
— Saudade é o amor que fica!
Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um a dar uma definição
melhor, mais direta e simples para a palavra saudade: é o amor que
fica!
Meu anjinho já se foi, há longos anos. Mas, deixou-me uma grande lição
que ajudou a melhorar a minha vida, a tentar ser mais humano e
carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores. Quando a noite
chega, se o céu está limpo e vejo uma estrela, chamo pelo "meu anjo",
que brilha e resplandece no céu.
Imagino ser ela uma fulgurante estrela em sua nova e eterna casa.
Obrigado anjinho, pela vida bonita que teve, pelas lições que me
ensinaste, pela ajuda que me deste. Que bom que existe saudade! O amor
que ficou é eterno.
ATITUDE É TUDO!!!
Seja mais humano e agradável com as pessoas.
Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.
- Viva com simplicidade.
- Ame generosamente.
- Cuide-se intensamente.
- Fale com gentileza.
- E, principalmente, NÃO RECLAME!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Alerta para o exagero do amor...
Nada mais natural para uma mãe que ter esse sentimento. Só que exagerar na dose pode atrapalhar
Cristiane Rogerio
Você está com a colher na mão, pronta para dar a papinha a seu filho, mas ele não abre a boca até a babá aparecer. Pela terceira noite seguida, a menina pede que o pai, só ele, leia o livro predileto dela antes de dormir. A empregada prepara a criança para ir à escola e faz uma "linda" maria-chiquinha – que obviamente você faria melhor. Seu filho telefona e diz que quer mostrar os trabalhos que trouxe da escola, mas, como você vai chegar tarde, ele decide mostrar tudo para a avó mesmo. Socorro! Se você se reconhece essas situações e sabe bem o sentimento que elas provocam, acredite: você é normal. Não há nada mais natural que sentir ciúme do filho. O problema é passar do limite.
Segundo o médico Eduardo Ferreira-Santos, do Instituto de Psiquiatria da USP e autor do livro Ciúme – O Medo da Perda (Editora Claridade), a confusão começa quando o ciúme é interpretado como prova de amor, segundo ele uma tendência de comportamento dos latinos. O médico pesquisou o tema em vários países e viu que, nos Estados Unidos, por exemplo, há muitos estudos científicos sobre o assunto. "Para o americano, viciado em direitos individuais, a pessoa que recebe o ciúme se sente invadida e isso é uma grande ofensa", explica. No Brasil, no entanto, o especialista avalia que não se encara o ciúme como um problema tão grave. "Talvez por causa da maneira como vivemos esse sentimento. Para nós, brasileiros, sentir ciúme faz parte do amor."
Dispensável? Eu!?
Quando a criança cresce, enxergar o limite desse amor pode ser ainda mais difícil. Você fica feliz quando percebe que seu filho é sociável, fica bem na casa dos outros, adora conversar, sorri para todos. Mas, ao mesmo tempo, pode sentir um vazio. Como se fosse uma perda – se, antes, tudo exigia a mamãe por perto, agora a criança se comporta como se a deixasse de escanteio. Não é bem assim. Claro que seu filho não vai mesmo precisar de ajuda em algumas situações – o contrário, sim, seria um problema –, e isso faz parte do amadurecimento da criança. Eduardo Ferreira-Santos explica que o desafio é compreender que o filho tem vida própria. "A arte de ser pai é saber ser dispensável." É quando a mãe se dá conta de que tem mais deveres do que direitos.
Sentir ciúme exige uma reflexão constante. A dona-de-casa Ana Cristina Santos Alfieri, 42 anos, às vezes se pega pensando se está ou não exagerando na dose com o pequeno Marco, de 7 anos. "O filho é tudo para a gente e, quando precisamos soltá-lo para o mundo, é muito difícil mesmo", confessa ela. "Eu assumo: acho que o que eu sinto pode ser ciúme, sim." Ana Cristina conta que certa vez uma professora a repreendeu na escola. Ela não lembra o porquê da "bronca", mas guardou bem o que ouviu: "Você precisa deixar seu filho crescer!" "Minha única reação foi olhar para ele, na minha frente, chupando chupeta, e pensar: como assim?"
A terapeuta familiar Sílvia Van Enck Meira analisa que a mãe vive um dilema. De um lado, está a tranqüilidade de que o filho esteja sendo bem cuidado, do outro, a "raiva" da professora que ensinou algo "no lugar dela". "A mãe deve entender que a criança vai continuar vivendo bons momentos ao lado dela também, desde oportunidades de aprendizado até gracinhas e carinhos", salienta a especialista. Mas nem sempre é fácil. Para a baiana Jacqueline Menezes, 25 anos, está complicado ser uma mãe do tipo bem-resolvida. Após os quatro meses de licença-maternidade, ela precisou deixar a filha, Beatriz, hoje com 1 ano e 4 meses, na casa da família do marido para trabalhar. Hoje, suspeita que a menina goste mais dos cuidadores do que dela própria. "Para mim, Beatriz não faz festa, mas quando vê a tia, ela ri sem parar! Às vezes, fico com muito ciúme e penso que, quando minha filha crescer, vai querer morar com eles", lamenta. Jacqueline reclama que lhe sobra apenas a hora da bronca e dos afazeres de casa. Sílvia Meira acha que o ideal é a mãe delegar o que puder em troca de momentos de aconchego com o filho. "São esses momentos que criam um vínculo forte entre a mãe e a criança. E, com esses laços fortificados, a mãe vai ter certeza de que ninguém, nunca, vai tomar o seu lugar."
Segundo o médico Eduardo Ferreira-Santos, do Instituto de Psiquiatria da USP e autor do livro Ciúme – O Medo da Perda (Editora Claridade), a confusão começa quando o ciúme é interpretado como prova de amor, segundo ele uma tendência de comportamento dos latinos. O médico pesquisou o tema em vários países e viu que, nos Estados Unidos, por exemplo, há muitos estudos científicos sobre o assunto. "Para o americano, viciado em direitos individuais, a pessoa que recebe o ciúme se sente invadida e isso é uma grande ofensa", explica. No Brasil, no entanto, o especialista avalia que não se encara o ciúme como um problema tão grave. "Talvez por causa da maneira como vivemos esse sentimento. Para nós, brasileiros, sentir ciúme faz parte do amor."
Dispensável? Eu!?
Quando a criança cresce, enxergar o limite desse amor pode ser ainda mais difícil. Você fica feliz quando percebe que seu filho é sociável, fica bem na casa dos outros, adora conversar, sorri para todos. Mas, ao mesmo tempo, pode sentir um vazio. Como se fosse uma perda – se, antes, tudo exigia a mamãe por perto, agora a criança se comporta como se a deixasse de escanteio. Não é bem assim. Claro que seu filho não vai mesmo precisar de ajuda em algumas situações – o contrário, sim, seria um problema –, e isso faz parte do amadurecimento da criança. Eduardo Ferreira-Santos explica que o desafio é compreender que o filho tem vida própria. "A arte de ser pai é saber ser dispensável." É quando a mãe se dá conta de que tem mais deveres do que direitos.
Sentir ciúme exige uma reflexão constante. A dona-de-casa Ana Cristina Santos Alfieri, 42 anos, às vezes se pega pensando se está ou não exagerando na dose com o pequeno Marco, de 7 anos. "O filho é tudo para a gente e, quando precisamos soltá-lo para o mundo, é muito difícil mesmo", confessa ela. "Eu assumo: acho que o que eu sinto pode ser ciúme, sim." Ana Cristina conta que certa vez uma professora a repreendeu na escola. Ela não lembra o porquê da "bronca", mas guardou bem o que ouviu: "Você precisa deixar seu filho crescer!" "Minha única reação foi olhar para ele, na minha frente, chupando chupeta, e pensar: como assim?"
A terapeuta familiar Sílvia Van Enck Meira analisa que a mãe vive um dilema. De um lado, está a tranqüilidade de que o filho esteja sendo bem cuidado, do outro, a "raiva" da professora que ensinou algo "no lugar dela". "A mãe deve entender que a criança vai continuar vivendo bons momentos ao lado dela também, desde oportunidades de aprendizado até gracinhas e carinhos", salienta a especialista. Mas nem sempre é fácil. Para a baiana Jacqueline Menezes, 25 anos, está complicado ser uma mãe do tipo bem-resolvida. Após os quatro meses de licença-maternidade, ela precisou deixar a filha, Beatriz, hoje com 1 ano e 4 meses, na casa da família do marido para trabalhar. Hoje, suspeita que a menina goste mais dos cuidadores do que dela própria. "Para mim, Beatriz não faz festa, mas quando vê a tia, ela ri sem parar! Às vezes, fico com muito ciúme e penso que, quando minha filha crescer, vai querer morar com eles", lamenta. Jacqueline reclama que lhe sobra apenas a hora da bronca e dos afazeres de casa. Sílvia Meira acha que o ideal é a mãe delegar o que puder em troca de momentos de aconchego com o filho. "São esses momentos que criam um vínculo forte entre a mãe e a criança. E, com esses laços fortificados, a mãe vai ter certeza de que ninguém, nunca, vai tomar o seu lugar."
Dose certa
Sentir ciúme do filho é normal, mas, como todo sentimento, em exagero pode atrapalhar a formação da personalidade da criança. "Se ela for introvertida, pode ficar sempre esperando que a mãe a proteja e, por toda a vida, vai procurar o mesmo modelo nos outros relacionamentos. Mas as crianças extrovertidas se sentirão sufocadas e reagirão com rebeldia a qualquer tipo de proteção", esclarece Ferreira-Santos. Segundo ele, são formadas personalidades frágeis e as conseqüências maiores surgem na adolescência, quando as relações sociais ganham mais importância.
Não há problema em se solidarizar com Ana Cristina Alfieri, que, quando Marco chega contando algo que adorou fazer na escola, logo pensa: "Ah, queria ter estado junto dele nessa hora". A dica é entender que outras pessoas cuidarão de forma diferente, mas sempre sob sua orientação. "A mãe precisa de ajuda para perceber que passou do limite e quem pode melhor sinalizar isso é o marido", ensina a terapeuta Sílvia Meira. Converse, desabafe com amigos, com a família e, se precisar, procure um especialista. O recado principal é: não sofra, porque ninguém vai tomar o seu lugar.
Não há problema em se solidarizar com Ana Cristina Alfieri, que, quando Marco chega contando algo que adorou fazer na escola, logo pensa: "Ah, queria ter estado junto dele nessa hora". A dica é entender que outras pessoas cuidarão de forma diferente, mas sempre sob sua orientação. "A mãe precisa de ajuda para perceber que passou do limite e quem pode melhor sinalizar isso é o marido", ensina a terapeuta Sílvia Meira. Converse, desabafe com amigos, com a família e, se precisar, procure um especialista. O recado principal é: não sofra, porque ninguém vai tomar o seu lugar.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Orações de crianças...
Crianças........
Querido Deus, eu não pensava que laranja combinava com roxo até que eu vi o pôr-do-sol que você fez terça-feira. Foi demais! Eugene
Querido Deus, você queria mesmo que a girafa se parecesse assim ou foi um acidente? Norma
Querido Deus, eu fui a um casamento e eles se beijaram dentro da igreja. Tem algum problema com isso? Neil
Querido Deus, obrigado pelo meu irmãozinho, mas eu orei por um cachorrinho. Joyce
Querido Deus, choveu o tempo todo durante as nossas férias e como meu pai ficou zangado! Ele disse algumas coisas sobre você que as pessoas não deveriam dizer, mas eu espero que você não vá machucá-lo. Seu amigo (mas eu não vou dizer quem eu sou).
Querido Deus, por favor, me mande um poney. Eu nunca te pedi nada antes, você pode checar. Bruce
Querido Deus, eu quero ser igualzinho ao meu pai quando eu crescer, mas não com tanto cabelo no meu corpo. Sam
Querido Deus, eu penso em você de vez em quando, mesmo quando não estou orando. Elliott
Querido Deus, eu aposto que é muito difícil para você amar a todas as pessoas no mundo. Na nossa família tem só quatro pessoas e eu nunca consigo…Nan
Querido Deus, de todas as pessoas que trabalharam para você, eu gosto mais de Noé e Davi. Rob
Querido Deus, meus irmãos me falaram sobre nascer de novo, mas soa muito estranho. Eles estão só brincando, não é? Marsha
Querido Deus, se Você olhar para mim na igreja domingo, eu vou te mostrar meus sapatos novos. Mickey
Querido Deus, nós lemos que Thomas Edison fez a luz. Mas na catequese nós aprendemos que foi Voc
ê. Eu acho mesmo que ele roubou sua idéia. Sinceramente, Donna
Querido Deus, eu não acho que alguém poderia ser um Deus melhor que você. Bem, eu só quero que saiba que não estou dizendo isso porque você já é Deus. Charles
Querido Deus, talvez Caim e Abel não matassem tanto um ao outro se eles tivessem seu próprio quarto. Isso funciona com meu irmão. Eddie
Querido Deus, eu não pensava que laranja combinava com roxo até que eu vi o pôr-do-sol que você fez terça-feira. Foi demais! EugeneQuerido Deus, você queria mesmo que a girafa se parecesse assim ou foi um acidente? Norma
Querido Deus, eu fui a um casamento e eles se beijaram dentro da igreja. Tem algum problema com isso? Neil
Querido Deus, obrigado pelo meu irmãozinho, mas eu orei por um cachorrinho. Joyce
Querido Deus, choveu o tempo todo durante as nossas férias e como meu pai ficou zangado! Ele disse algumas coisas sobre você que as pessoas não deveriam dizer, mas eu espero que você não vá machucá-lo. Seu amigo (mas eu não vou dizer quem eu sou).
Querido Deus, por favor, me mande um poney. Eu nunca te pedi nada antes, você pode checar. BruceQuerido Deus, eu quero ser igualzinho ao meu pai quando eu crescer, mas não com tanto cabelo no meu corpo. Sam
Querido Deus, eu penso em você de vez em quando, mesmo quando não estou orando. Elliott
Querido Deus, eu aposto que é muito difícil para você amar a todas as pessoas no mundo. Na nossa família tem só quatro pessoas e eu nunca consigo…Nan
Querido Deus, de todas as pessoas que trabalharam para você, eu gosto mais de Noé e Davi. RobQuerido Deus, meus irmãos me falaram sobre nascer de novo, mas soa muito estranho. Eles estão só brincando, não é? Marsha
Querido Deus, se Você olhar para mim na igreja domingo, eu vou te mostrar meus sapatos novos. Mickey
Querido Deus, nós lemos que Thomas Edison fez a luz. Mas na catequese nós aprendemos que foi Voc
ê. Eu acho mesmo que ele roubou sua idéia. Sinceramente, DonnaQuerido Deus, eu não acho que alguém poderia ser um Deus melhor que você. Bem, eu só quero que saiba que não estou dizendo isso porque você já é Deus. Charles
Querido Deus, talvez Caim e Abel não matassem tanto um ao outro se eles tivessem seu próprio quarto. Isso funciona com meu irmão. Eddie
sábado, 13 de agosto de 2011
Pai mais amado e querido...
EXEMPLO DE PAI
Deus abençoe você meu amor...
Pelo teu dom nossas filhas ganharam a vida
Pela tua vontade se tornaram filhas
Pelo seu exemplo se fizeram seguras
Pelo teu carinho se tornaram pessoas honestas
Pelo seu testemunho aprenderam a reconhecer o verdadeiro amor
Pelo teu trabalho ganharam o sustento
Pelo teu coração aprenderam a doar-se
Pela tua oração conheceram e amam a Deus.
Gorda, Pai verdadeiro e companheiro
Desejo sempre que as meninas tenham você por perto
Neste dia peço ao bom Deus muitas bênçãos
Paz, saúde, amor e abundância de carinho
Amor...
Que o suor seu de cada dia
Que as palavras usadas mesmo quando foram “duras”
Que os teus “sins” e também os seus “nãos”
Que também permitiram e souberam impedir
Que pelas lágrimas e pelos sorrisos demonstrou
Seja sempre o Pai por elas amado
Que elas lembrem todos os momentos
De dedicação e carinho
Que nunca negou para elas
Que elas tenham a certeza
Que farias tudo de novo com o mesmo carinho
Sinto orgulho em ter recebido você como esposo
Sinto orgulho de tê-lo feito Pai de duas lindas meninas
Posso gritar para o mundo
Que Pai melhor que você
Deus abençoe você meu amor...
Pelo teu dom nossas filhas ganharam a vida
Pela tua vontade se tornaram filhas
Pelo seu exemplo se fizeram seguras
Pelo teu carinho se tornaram pessoas honestas
Pelo seu testemunho aprenderam a reconhecer o verdadeiro amor
Pelo teu trabalho ganharam o sustento
Pelo teu coração aprenderam a doar-se
Pela tua oração conheceram e amam a Deus.
Gorda, Pai verdadeiro e companheiro
Desejo sempre que as meninas tenham você por perto
Neste dia peço ao bom Deus muitas bênçãos
Paz, saúde, amor e abundância de carinho
Amor...
Que o suor seu de cada dia
Que as palavras usadas mesmo quando foram “duras”
Que os teus “sins” e também os seus “nãos”
Que também permitiram e souberam impedir
Que pelas lágrimas e pelos sorrisos demonstrou
Seja sempre o Pai por elas amado
Que elas lembrem todos os momentos
De dedicação e carinho
Que nunca negou para elas
Que elas tenham a certeza
Que farias tudo de novo com o mesmo carinho
Sinto orgulho em ter recebido você como esposo
Sinto orgulho de tê-lo feito Pai de duas lindas meninas
Posso gritar para o mundo
Que Pai melhor que você
É aquele
Que olha por ti lá do alto
Abençoando-o e iluminando-o
Para que continue para sempre e simplesmente...
Pai da Karen e da Kellen
Suas mais perfeitas obras primas.
Que seu dia seja o mais lindo e o mais abençoado.
Feliz dia dos Pais e que ele seja todos os dias.
Te amo ♥!
Que olha por ti lá do alto
Abençoando-o e iluminando-o
Para que continue para sempre e simplesmente...
Pai da Karen e da Kellen
Suas mais perfeitas obras primas.
Que seu dia seja o mais lindo e o mais abençoado.
Feliz dia dos Pais e que ele seja todos os dias.
Te amo ♥!
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Valores que não dão valor!!!
A Lição do filhote de Camelo
Certa mãe e um bebê camelos estavam descansando após uma farta refeição, num lindo dia ensolarado ! de repente ,o bebê camelo perguntou:- Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?
- Claro! O que está incomodando o meu filhote?
- Por que os camelos têm corcovas?
- Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das
corcovas para reservar água e transportá-la e por isso mesmo somos
conhecidos por sobreviver sem água muito tempo, não é demais !!
- Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas
arredondadas?
- Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto.
Sabe, com essas pernas eu posso me movimentar
melhor pelo deserto melhor do que qualquer um! - disse a mãe, toda
orgulhosa.
- Certo! Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando
eles atrapalham minha visão.
- Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora
para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus
olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! - respondeu
a mãe com orgulho nos olhos.. e feliz com a curiosidade do filhote....
- Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o
deserto, as pernas para caminhar através do deserto e
os cílios são para proteger meus olhos do deserto. Então o que é que
estamos fazendo aqui no Zoológico???!!!
Moral da história: ''Habilidade, conhecimento, capacidade e
experiências, só são úteis se você estiver no lugar certo!''
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Catorze dicas para ser feliz...
1- Ame a Deus acima de tudo;
2 -Agradeça os presentes que a vida lhe oferece;
3 - Cumprimente as pessoas que encontrar pelo caminho como um verdadeiro irmão;
4 - Sorria. Não custa nada e não tem preço.
5 - Saiba perdoar a si e aos outros;
6 - lembre-se você e o outro são imagens de Deus;
4 - Sorria. Não custa nada e não tem preço.
5 - Saiba perdoar a si e aos outros;
6 - lembre-se você e o outro são imagens de Deus;
7- Trate a todos como gostaria de ser tratado;
8 - Pratique a caridade;
9 - Faça novos amigos;
10 - Reconheça os seus erros e valorize os seus acertos;
11 - Dê às pessoas uma segunda chance;
12-Respeite a vida;
13-Dê sempre o melhor de si em todos os momentos;
14-Reze não só para pedir coisas, mas principalmente para agradecer o dom da vida.
- desconheço o autor -
8 - Pratique a caridade;
9 - Faça novos amigos;
10 - Reconheça os seus erros e valorize os seus acertos;
11 - Dê às pessoas uma segunda chance;
12-Respeite a vida;
13-Dê sempre o melhor de si em todos os momentos;
14-Reze não só para pedir coisas, mas principalmente para agradecer o dom da vida.
- desconheço o autor -
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